O Alzheimer é uma condição que afeta muito mais do que a memória. Com o tempo, ele compromete também a coordenação, o equilíbrio e a força muscular, tornando tarefas simples cada vez mais difíceis. Por isso, o movimento guiado e seguro se transforma em uma das formas mais poderosas de cuidado. A fisioterapia, nesse contexto, é uma aliada essencial para preservar a autonomia, estimular o corpo e manter viva a conexão com o mundo.

Movimento que estimula corpo e mente
A prática regular de exercícios ajuda a retardar o avanço da perda funcional. Além disso, o movimento estimula o sistema nervoso e melhora a circulação, o que favorece a oxigenação do cérebro. Mesmo atividades simples como caminhar, alongar-se ou levantar-se da cadeira podem ativar a memória motora e despertar lembranças associadas ao corpo. Nesse sentido, o movimento não é apenas físico, mas também emocional e cognitivo.
O papel da fisioterapia no Alzheimer
O fisioterapeuta atua para manter a mobilidade e a independência pelo maior tempo possível. Durante as sessões, são trabalhados equilíbrio, força e coordenação, sempre respeitando o ritmo de cada pessoa. Além disso, o profissional orienta familiares e cuidadores sobre como ajudar nos movimentos do dia a dia, evitando quedas e preservando o conforto.
A fisioterapia também contribui para aliviar dores musculares e rigidez articular, comuns em estágios mais avançados da doença. Assim, o corpo permanece ativo, e o paciente experimenta uma rotina com mais bem-estar e segurança.
Cuidar é criar conexão
O cuidado em movimento vai além da técnica. Cada exercício é também um gesto de vínculo, um toque, um olhar, um momento de presença. A fisioterapia, quando conduzida com empatia, estimula não só o corpo, mas também a memória afetiva, reforçando o sentimento de pertencimento e dignidade.
Na CORTS, esse cuidado acontece de forma humanizada. A equipe especializada em fisioterapia neurológica atua lado a lado com familiares, oferecendo suporte físico e emocional a quem convive com o Alzheimer. Agende uma consulta conosco e descubra como o movimento pode transformar o dia a dia de quem você ama.






2 respostas
Eu sinto agora dor na veia da perna esquerda e dormência nos pés , acordei com essa dor
Olá Marinete! Agradecemos por compartilhar como está se sentindo.
Dor na região da veia da perna associada à dormência nos pés pode indicar problemas circulatórios ou neurológicos, especialmente quando surge de forma repentina ao acordar. Embora nem sempre seja algo grave, é essencial investigar com um especialista, pois em alguns casos pode estar relacionado a alterações vasculares, compressões nervosas ou outros distúrbios que exigem atenção.
Recomendamos que procure um médico para uma avaliação clínica detalhada. O diagnóstico precoce evita complicações e garante um tratamento eficaz.
Se precisar de apoio, nossa equipe está à disposição.
Desejamos melhoras e um cuidado seguro!
Equipe CORTS