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Exercício protege ou desgasta as articulações?

No Dia do Esportista, é comum surgir uma dúvida recorrente: afinal, praticar exercícios protege ou desgasta as articulações? Essa pergunta aparece tanto entre pessoas que treinam regularmente quanto entre aquelas que evitam atividade física por medo de dor ou desgaste. No entanto, a resposta depende menos do exercício em si e mais de como, quanto e com que orientação ele é realizado.

O papel do movimento na saúde das articulações

As articulações precisam de movimento para se manterem saudáveis. Quando o corpo se movimenta, ocorre estímulo à circulação do líquido sinovial, responsável por nutrir a cartilagem e reduzir o atrito entre os ossos. Dessa forma, o exercício atua como um mecanismo natural de proteção articular.

Além disso, a atividade física fortalece a musculatura ao redor das articulações. Com músculos mais fortes, as articulações recebem menos impacto direto, o que contribui para maior estabilidade e menor sobrecarga no dia a dia.

Quando o exercício passa a desgastar

Apesar dos benefícios, o exercício pode, sim, gerar desgaste quando realizado sem critério. Isso ocorre, principalmente, em situações de excesso de carga, repetição inadequada de movimentos ou ausência de períodos de recuperação.

Por exemplo, treinar sempre com dor, ignorar sinais do corpo ou manter padrões de movimento incorretos aumenta o risco de inflamações, lesões por sobrecarga e desgaste articular precoce. Assim, não é o exercício que causa o problema, mas a forma como ele é conduzido.

Sedentarismo também prejudica as articulações

Por outro lado, evitar completamente o movimento não protege as articulações. Ao contrário, o sedentarismo favorece rigidez, perda de força muscular e redução da mobilidade. Com o tempo, essas alterações aumentam a sobrecarga articular e contribuem para dor e limitação funcional.

Portanto, tanto o excesso quanto a ausência de movimento podem ser prejudiciais. O equilíbrio é o ponto central.

Exercício como ferramenta de prevenção

Quando bem orientado, o exercício atua como aliado da saúde musculoesquelética. Nesse contexto, atividades que combinam fortalecimento muscular, mobilidade e controle motor ajudam a proteger joelhos, quadris, coluna e ombros.

Além disso, variar estímulos, respeitar limites individuais e adaptar o treino à idade e ao histórico clínico reduz o risco de lesões. Dessa maneira, o exercício deixa de ser um fator de desgaste e passa a ser uma ferramenta de prevenção.

A importância da orientação profissional

Nem toda dor durante ou após o treino é normal. Sempre que o desconforto se repete, piora ou limita o movimento, é importante buscar avaliação especializada. O ortopedista identifica possíveis sobrecargas, desalinhamentos ou lesões iniciais e orienta ajustes no treino.

Da mesma forma, a fisioterapia auxilia na correção de padrões de movimento, no fortalecimento adequado e na prevenção de recidivas.

Portanto, o exercício, quando bem conduzido, protege as articulações e promove saúde. Por outro lado, a prática sem orientação, com excesso de carga ou desrespeito aos limites do corpo, pode gerar desgaste e lesões. Na CORTS, acreditamos que esporte e cuidado caminham juntos.

Se você pratica atividade física e sente dores articulares frequentes, agende uma consulta conosco e receba orientação para continuar se movimentando com segurança e qualidade de vida.

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Nota ao leitor: As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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