Sorocaba-SP

Av. Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, 145

Entre em contato

(15) 3519-4480

Lesões na ginástica: o que a ortopedia observa

O Dia da Ginástica Olímpica celebra uma modalidade que exige força, flexibilidade, coordenação e controle corporal em alto nível. Ao mesmo tempo, essa combinação de exigências expõe atletas (profissionais ou amadores) a um risco aumentado de lesões musculoesqueléticas. Por isso, a ortopedia desempenha papel fundamental tanto na prevenção quanto no tratamento dessas condições.

ginastica olimpica

Por que a ginástica exige atenção ortopédica

A ginástica envolve movimentos repetitivos, impactos frequentes, amplitudes articulares extremas e cargas elevadas sobre articulações ainda em desenvolvimento, especialmente em atletas jovens. Dessa forma, o corpo precisa lidar, constantemente, com sobrecargas que podem ultrapassar sua capacidade de adaptação.

Além disso, o treinamento intenso e precoce, comum na ginástica, favorece microtraumas acumulativos. Com o tempo, esses microtraumas podem evoluir para lesões estruturais, caso não haja acompanhamento adequado.

Lesões mais observadas na prática da ginástica

Do ponto de vista ortopédico, algumas regiões do corpo concentram a maior parte das lesões. Entre elas, destacam-se punhos, ombros, coluna, quadris, joelhos e tornozelos.

Nos membros superiores, o ortopedista observa com frequência sobrecarga nos punhos e nos ombros, causada pelo apoio repetido do peso corporal e pelos movimentos suspensos. Já na coluna, são comuns dores lombares e alterações relacionadas à hiperextensão, especialmente em exercícios de solo e aparelhos.

Nos membros inferiores, saltos e aterrissagens sucessivas aumentam o risco de lesões nos joelhos e tornozelos, além de fraturas por estresse. Assim, mesmo na ausência de um trauma único, a repetição excessiva pode levar à dor persistente e à limitação funcional.

O impacto do crescimento em atletas jovens

Grande parte dos praticantes de ginástica inicia o esporte ainda na infância. Nesse período, ossos, cartilagens e placas de crescimento estão em desenvolvimento. Por isso, a ortopedia observa com atenção lesões relacionadas ao crescimento, como apofisites, inflamações tendíneas e alterações posturais.

Quando o treinamento não respeita os limites do corpo em formação, o risco de lesões aumenta. Consequentemente, o acompanhamento regular ajuda a identificar sinais precoces e ajustar cargas de treino antes que o problema se agrave.

A importância da prevenção

A prevenção ocupa lugar central no cuidado ortopédico do atleta. Nesse sentido, avaliar postura, alinhamento articular, flexibilidade e força muscular permite identificar fatores de risco. Além disso, orientar períodos adequados de descanso, variação de estímulos e recuperação reduz a chance de lesões por sobrecarga.

Da mesma forma, o trabalho integrado com fisioterapia contribui para o fortalecimento muscular, melhora do controle motor e correção de padrões de movimento inadequados.

Quando procurar o ortopedista

Dor frequente, queda de desempenho, limitação de movimento ou desconforto que persiste após o treino não devem ser ignorados. Nessas situações, o ortopedista avalia a causa da queixa, solicita exames quando necessário e define a melhor conduta.

Quanto mais precoce a avaliação, maiores são as chances de recuperação completa e retorno seguro ao esporte.

Na CORTS, acompanhamos atletas em diferentes fases do treinamento, com atenção individualizada e baseada em evidências. Se você pratica ginástica e sente dores ou desconfortos recorrentes, agende uma consulta conosco e cuide do seu corpo para seguir em movimento com segurança.

CORTS

CORTS

Clínica de Ortopedia, Reabilitação e Traumatologia de Sorocaba

Há mais de 40 anos cuidando de você e sua família desde os primeiros passos.

Agendamento de consultas pelos números:
☎️ (15) 3519-4480 | 📱 (15) 98135-0308

Nota ao leitor: As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Compartilhe esse artigo!