Sorocaba-SP

Av. Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, 145

Entre em contato

(15) 3519-4480

Fisioterapia após AVC: quando começar e como funciona a recuperação?

Depois de um Acidente Vascular Cerebral (AVC), algumas pessoas apresentam dificuldade para caminhar, movimentar um braço, manter o equilíbrio ou realizar tarefas simples do dia a dia. Por isso, a reabilitação faz parte do tratamento e pode começar ainda no hospital, assim que o quadro clínico estiver estável.

No Dia Mundial do AVC, celebrado em 29 de outubro, vale entender como a fisioterapia participa desse processo e por que a recuperação varia de uma pessoa para outra.

Quando começar a fisioterapia após um AVC?

Não existe um prazo único para iniciar a fisioterapia. A equipe define o momento e as estratégias de acordo com o estado clínico e funcional do paciente.

Nos primeiros momentos, a prioridade é estabilizar o quadro clínico. No entanto, ainda durante a internação hospitalar, profissionais de reabilitação já podem iniciar o acompanhamento. Nessa fase, um dos objetivos é evitar ou minimizar complicações decorrentes do AVC e preparar a continuidade dos cuidados após a alta.

O que a fisioterapia pode trabalhar?

O AVC pode comprometer força, equilíbrio, sensibilidade, flexibilidade e capacidade para realizar movimentos. Por isso, a avaliação funcional considera diferentes aspectos antes de definir o programa de reabilitação. Quando existe fraqueza muscular, por exemplo, as diretrizes incluem exercícios de fortalecimento progressivo e, em determinadas situações, eletroestimulação associada ao treino de tarefas funcionais.

Além disso, a fisioterapia pode trabalhar movimentos importantes para a independência, como sentar, levantar, permanecer em pé e caminhar.

Cada pessoa se recupera de uma forma

Não existe uma recuperação igual para todos.

A avaliação deve considerar não apenas as limitações, mas também as capacidades preservadas, o contexto social e as necessidades de cada pessoa. Por isso, as metas podem mudar ao longo do tratamento. Para um paciente, o objetivo inicial pode ser conseguir permanecer sentado com segurança. Para outro, pode ser voltar a caminhar ou melhorar o uso de um braço.

Além disso, a reabilitação pode utilizar estratégias para compensar funções que não foram completamente recuperadas, ajudando o paciente a alcançar maior funcionalidade.

A fisioterapia trabalha sozinha?

Não. Fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, médicos, psicólogos, enfermeiros, nutricionistas e outros profissionais podem participar do acompanhamento conforme as alterações apresentadas.

Isso acontece porque o AVC não compromete apenas os movimentos. Também podem surgir alterações na comunicação, cognição, deglutição, sensibilidade e humor.

Familiares e cuidadores têm participação importante nesse processo.Uma parceria entre equipe, família e cuidador, com orientações claras sobre as necessidades da pessoa que sofreu o AVC é importante, além disso, prevenir quedas também faz parte do cuidado.

O objetivo é recuperar autonomia

O objetivo maior da reabilitação é reduzir limitações, desenvolver habilidades funcionais e favorecer maior autonomia nas atividades diárias.

Segundo as diretrizes do Ministério da Saúde, a reabilitação deve contribuir para a manutenção da saúde física e mental, além de promover autonomia e inclusão social.

Na CORTS, o processo de reabilitação considera as limitações funcionais, as capacidades preservadas e os objetivos de cada paciente. Se você ou um familiar apresenta dificuldades de movimento após um AVC, agende uma avaliação conosco para conhecer as possibilidades de acompanhamento.

CORTS

CORTS

Clínica de Ortopedia, Reabilitação e Traumatologia de Sorocaba

Há mais de 40 anos cuidando de você e sua família desde os primeiros passos.

Agendamento de consultas pelos números:
☎️ (15) 3519-4480 | 📱 (15) 98135-0308

Nota ao leitor: As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Compartilhe esse artigo!